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O Maker é uma plataforma inovadora e integrada para desenvolvimento de aplicações corporativas para o mundo WEB. As aplicações são desenvolvidas no Maker de forma totalmente visual, sem haver necessidade de programação utilizando as tradicionais linhas de código. O objetivo do Maker é tornar o processo de desenvolvimento de software mais produtivo, alcançado através da elevação das abstrações envolvidas.
Através de fluxogramas, editores visuais ao estilo WYSWYG (What You See Is What You Get) e outros artefatos, o Maker disponibiliza variados recursos para construção de aplicações web. Formulários de interface com usuário, stored procedures, webservices e regras de negócio são desenvolvidas em uma interface 100% visual, o que torna esta ferramenta diferente de qualquer outra encontrada no mercado.
Esse diferencial representa uma grande contribuição para a computação corporativa que se traduz em agilidade no processo de desenvolvimento de software e valor para as corporações.
Regras de negócio: As regras de negócio são representadas através de fluxogramas e entidades visuais. O uso do fluxograma, por representar graficamente a ordem de execução de um processamento, parece óbvio em informática, entretanto, eram utilizados apenas como um recurso didático para o ensino de lógica de computação até a chegada do Maker.
Depois de elaborar as regras em fluxogramas, é possível escolher em qual das três camadas serão executadas: cliente, servidor ou banco. Regras servidoras podem ser transformadas em webservices.
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Manutenção das aplicações: Outro importante benefício é o processo de manutenção no software produzido, o qual se tornou ainda mais fácil. A abordagem visual possibilita que outro desenvolvedor realize a manutenção na aplicação, e não somente quem a criou (como acontece na maioria das linguagens, inclusive por falta de documentação das aplicações). Através dos fluxos, centenas de funções e regras são encapsuladas em unidades visuais que podem ser agrupadas em diferentes níveis de complexidade sendo abstraídas numa unidade funcional. Desse modo, pode-se acompanhar a seqüência de execução de um processamento através da representação em modo gráfico e visual.
Independência tecnológica: Outro grande problema na produção de software é a dependência da tecnologia. A aplicação gerada com o Maker não fica dependente do mesmo (como é frequente questionado pelos desenvolvedores). O Maker gera todas as definições do seu sistema que são armazenadas em tabelas do banco de dados, ou numa estrutura XML, para serem lidas por um “motor” e convertidos para a linguagem fim. Esse “motor”, denominado Webrun, processa as aplicações para funcionar nas plataformas Java e dotNet dentro do servidor de aplicação WEB. Caso a linguagem “da moda” mude daqui a alguns anos, basta ajustar o motor e todas as aplicações feitas em Maker estarão atualizadas tecnologicamente, preservando, desta forma, os milhões investidos na construção dos sistemas que continuaram retratando a lógica do negócio.
Funções nativas: O Maker disponibiliza nativamente uma vasta e extensível API voltada para a produtividade no desenvolvimento de aplicações. Atualmente são disponibilizados mais de 500 funções organizadas em categorias, como por exemplo, funções de email, formulários, banco de dados. Temos casos de empresas que ampliaram o conjunto de funções para casa dos milhares.
Produtividade: Por fim, os testes mais recentes indicam que, através do Maker, é possível aumentar a produtividade de desenvolvimento de um projeto centenas de vezes. De forma prática, isso significa que um projeto de 6 meses pode ser concluído em apenas uma semana ou até menos com o uso do Maker.
Atualização tecnológica: Apenas com a melhora no processo de comunicação entre os atores envolvidos no processo de desenvolvimento, o Maker já consegue incrementar de forma impressionante o desenvolvimento de software. Não obstante, permite o envolvimento de especialistas que não necessariamente dominam as linguagens envolvidas na construção de sistemas para Web (HTML, JavaScript, Java, …). Como exemplo, um desenvolvedor especialista em Clipper ou Cobol pode ser inserido no processo de desenvolvimento de aplicações Web.
Fonte: Site Softwell Solutions




